Balanços Hídricos – Águas subterrâneas


Para avaliar as situações de risco de atendimento da demanda satisfeita por águas subterrâneas, a vazão média explotável foi comparada com as estimativas da vazão de retirada com origem em captação subterrânea, através de um indicador calculado pela razão entre a demanda e a vazão explotável, nos três cenários (A, B e C), para os anos 2025 e 2035.

Este exercício foi desenvolvido, por sub-bacia (exemplo: cenário 2025B) e por aquífero (exemplo: cenário 2025B).

Balanço hídrico subterrâneo (razão vazão de retirada/vazão explotável), por sub-bacia, em 2025, no Cenário B

Balanço hídrico subterrâneo (razão vazão de retirada/vazão explotável), por sub-bacia, em 2025, no Cenário B

Balanço hídrico subterrâneo (razão vazão de retirada/vazão explotável), por aquífero, em 2025, no Cenário B

Balanço hídrico subterrâneo (razão vazão de retirada/vazão explotável), por aquífero, em 2025, no Cenário B

Face à situação atual, a sub-bacia Rio Pará passa de um estado confortável a crítico e muito crítico, este último no cenário C, e a sub-bacia Alto Rio Preto mantém a sua situação muito crítica em todos os cenários, enquanto a sub-bacia Rio das Velhas passa a preocupante nos cenários A e B e crítica no cenário C. Também as sub-bacias Margem esquerda do Lago de Sobradinho e Talhada têm um agravamento da sua situação: a primeira passa de excelente a preocupante nos cenários B2025 e C2035 e Talhada passa de confortável a crítico em B2025 e C2035. A sub-bacia Rio Paracatu melhora o estado de confortável para excelente.

O sistema aquífero Grupo Paranoá, unidade terrígena passa de crítico a muito crítico. Os sistemas aquíferos Formação Brejo Santo, Formação Curituba, Formação Garandela, Formação Missão Velha, Formação Santa Brígida, Formação Sergi e Grupo Brotas mantêm-se em situação muito crítica em todos os cenários. Já a Formação Mauriti poderá ter uma melhoria do seu estado, de muito crítico para crítico em todos os cenários.